Eu quero, eu quero, eu quero. Quantas vezes você já ouviu isso de seu filho? Assim como nós adultos, muitas vezes as crianças são rodeadas por uma mensagem de que é preciso ter para ser feliz. Comprar e consumir faz parte da vida? Faz, claro! Mas será que ele precisa disso tudo que te pede?

 

Assim como tudo na vida, o desequilíbrio no consumo não traz benefícios, podendo gerar uma sensação de que nada é suficiente, ansiedade e até solidão. O primeiro passo para não deixar isso acontecer é tomar consciência sobre o quanto realmente estamos consumindo.

 

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Brincadeiras folclóricas 

Você sabia que brincar pode ser terapêutico para as crianças

 

Se a desculpa do seu pequeno para deixar de brincar é que não tem brinquedos suficientes, saiba: brincar não tem nada a ver com ter brinquedos. As brincadeiras sim devem ser estimuladas, quanto mais, melhor! E a gente sabe que para isso não é preciso muito, é só reunir algumas crianças, imaginação – que elas têm de sobra! – e você terá uma tarde de diversão e aprendizagem.

 

Selecionamos algumas ideias para você se inspirar para diminuir o consumismo na vida de seus filhos e de toda a família:

 

  1. Criar experiências afetivas no dia a dia: ter tempo para brincar junto, contar história antes de dormir, deixar bilhetes carinhosos ao sair, criar jogos para a rotina ficar mais divertida, usar a tecnologia de forma educativa (priorizando o que traz benefícios ao desenvolvimento). 
  2. Proporcionar o máximo de contato com a natureza. 
  3. Vivenciar a simplicidade (criar brinquedos de papelão, fazer brincadeiras usando só as mãos, pintar uma parede com tinta feita em casa, fazer construções com massinha, etc) 
  4. Dar “vales” no lugar de presentes em datas especiais: vale-caminhada, vale-gincana na rua, vale-teatro de fantoches e assim por diante.

*Fonte: Fundação Maria Cecília Souto Vidigal

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