Nosso folclore é cheio de lendas, danças, contos e brincadeiras tradicionais. Essas brincadeiras são passadas de geração em geração e, assim como algumas lendas, podem ter algumas mudanças dependendo da região do país. Preservar essas brincadeiras e estimular que essa memória continue sendo passada entre gerações é essencial para a manutenção da nossa tradição folclórica.

Por isso, reunimos algumas dessas brincadeiras. Muitas dessas você brincava quando era criança e, agora, poderá brincar com seu pequeno:

 

Bolinha de gude

Essa deliciosa brincadeira está desaparecendo da infância de muitas crianças. Para jogar é simples: você vai precisar de um saquinho de bolinhas de gude. Desenhe um círculo ou triângulo no chão e coloque as bolas no meio. Com o impulso do polegar, o jogador precisa tentar acertar as bolinhas do adversário acertando-as ou somente tentando chegar mais perto possível do alvo desenhado no chão.

 

Soltar pipa

Você pode chamar de pipa ou papagaio, o que importa mesmo nessa brincadeira é ver quem consegue empinar o mais alto possível e fazer malabarismos pelo céu. Mas atenção: cuidado com fios elétricos, árvores, dias de tempestade e, claro, nunca use cerol!

 

Passa anel

Forme uma fila com as crianças lado a lado. Uma delas ficará na frente de todas com um anel na palma das mãos fechadas. Todos devem juntar as mãos, palmas com palmas. O passador passará suas mãos pelas mãos das outras crianças e deixará o anel com uma delas que deverá guardar o segredo. Então, o passador deve escolher alguém para adivinhar com quem está o anel, se ela acertar será a nova passadora, se errar sairá do jogo e o passador deve perguntar para outra criança até alguém acertar.

 

Pega-pega

A clássica das brincadeiras infantis é ótima para as crianças se movimentarem. Uma das crianças deve ser a “pegadora”, todas as outras devem correr para não serem pegas. Quem for pego vira o próximo “pegador”. Para facilitar a brincadeira vocês podem criar alguns “piques”, pontos em que as crianças estão a salvo de serem pegas.

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