Quando a gente fala de desenvolvimento infantil, é comum pensar em estimular a criança com atividades educativas e desafiadoras. Mas, o que é tão ou até mais importante do que esses estímulos? Afeto e vínculo. O carinho da família e cuidadores é essencial para o bom desenvolvimento da criança.

 

O que é afeto – além de beijar, abraçar, pegar no colo?

É dar atenção, de verdade. Quando você deixa o celular ou tablet para brincar com a criança, por exemplo. Conversar com o bebê mesmo que ele ainda não te entenda, estar junto, focar nele. Isso é afeto! Imagine a cena: mãe e filho passeiam de mãos dadas. Ela conversa, brinca, fala sobre as coisas ao redor, o protege do vento. essa interação do dia a dia vai criando na criança a sensação de que está recebendo atenção e carinho de seus pais.

 

Como construir e fortalecer o vínculo?

Ele é construído ainda no útero e, depois, através dos cuidados diários. Tudo que favorece a interação, como banho, trocas de roupa e alimentação, e é feito com amor, fortalece essa ligação. Acredite: dar estímulos que impactem nas competências cognitivas e intelectuais da criança não funciona tão bem se ela não se sentir amada e respeitada. Isso porque o cérebro está em formação de maneira acelerada e é nessa fase que acontecem as conexões mais importantes – e que marcam a vida pra sempre! Se nesse período, a criança vivencia afeto e vínculo de qualidade, ela se desenvolve de forma muito mais saudável e feliz, pois é como se afeto “colasse” o aprendizado no cérebro da criança!

 

4 dicas para exercitar o afeto e o vínculo:

  1. Conversar com o bebê durante um passeio – mesmo que ele ainda não fale
  2. Cantar juntos. O karaokê da PlayKids, por exemplo, tem letras de músicas para a criança e o adulto acompanharem enquanto cantam e assistem a um clipe.
  3. Contar histórias é outra estratégia importante que fortalece a relação com a criança. A Leiturinha tem coleções de livros variadas que estimulam esse momento!
  4. Olhar no olho da criança, tanto na hora de brincar quanto nos cuidados de rotina também contribui para seu bom desenvolvimento.

 

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Fonte: Fundação Maria Cecília Souto Vidigal

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